segunda-feira, 26 de setembro de 2005

BENÇÃO E A ALEGRIA DE SER RH

BENÇÃO E A ALEGRIA DE SER RH

Existe um país chamado RH.
Nele "mora" um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal.
Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta.

Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências.

Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção.

Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho.

Cuida de um, pensando no outro.

Gente que apesar de tanta função prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das
pessoas, "reinventar" a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpam talentos.

Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, "um olho na missa e o outro no padre", tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular.

A sina do RH é atuar na contradição, "ser empregado esquecendo que o é, ser patrão lembrando que não o é".

Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos, alguns dizem que chamar o homem de "recurso" não pega bem, inventaram Departamento de Gente, Setor de Pessoas, Gestão de Pessoas, nomenclaturas onde o que conta são as posturas.

Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o ofício com sensibilidade e razão.

Ter nervos de aço, ser a régua e o compasso.

Autor desconhecido

Um comentário:

Anônimo disse...

Oi Mel,

Muito intessante o seu blog !!!

O autor desse belissimo texto e o
Victoriano Garrido Filho
Diretor de Educação Corporativa da ABRH-BA
vgarrido@terra.com.br

Um grande abraço